Direita radical avança na América Latina com apoio explícito de Trump, analisa pesquisadora no Chutando a Escada
- publicabcp
- 4 de ago.
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Neste episódio do Chutando a Escada, fruto da parceria com o Observatório da Extrema Direita, Guilherme Casarões e David Magalhães recebem Carolina Pedroso, professora da UNIFESP, doutora pelo programa Santiago Dantas (UNESP, Unicamp e PUC-SP) e uma das principais referências no país sobre Venezuela e política externa latino-americana, para discutir a ascensão da direita radical na região.
A conversa parte da Venezuela, onde a pesquisadora descreve como o chavismo funcionou como catalisador de uma direita antes pouco organizada, hoje capitaneada por Maria Corina Machado e por um movimento que, há anos, busca uma intervenção estrangeira no país: algo que, segundo ela, se concretizou em 3 de janeiro de 2026.
A partir daí, a discussão se amplia para as vitórias eleitorais recentes de Keiko Fujimori no Peru e de Abelardo de la Espriella na Colômbia, tratadas como parte de uma possível nova onda de direita radical na América Latina, impulsionada tanto pelo apoio explícito de Trump a essas lideranças quanto por fatores internos, como a crise de representatividade, a segurança pública e a instabilidade econômica em cada país, com Bukele (El Salvador) e Milei (Argentina) citados como referências que se projetam para além de suas fronteiras.
Em resumo:
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